Com 95% de adaptações concluídas, o Casarão da Memória de Suzano ainda não tem um dia exato definido para sua inauguração. A abertura só vai acontecer após o fim da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
O novo espaço permanente de preservação e educação patrimonial da cidade custou R$ 210 mil e teve suas primeiras intervenções iniciadas em dezembro de 2018.
A previsão inicial era de que o Casarão ficasse pronto em 2019, mas o prazo que foi adiado para o primeiro trimestre de 2020 e, em seguida, para a primeira quinzena de abril. O isolamento social imposto pelo governo do Estado por conta da pandemia iniciou em 23 de março, dias antes do último dos prazos passados pela Prefeitura de Suzano.
Agora com a pandemia, a Secretaria de Cultura de Suzano confirmou que a abertura do local foi novamente adiada. "A inauguração efetiva se dará logo após o término das medidas de isolamento social", informou a pasta, em nota.
No momento, estão sendo cumpridas as etapas para a execução da cenografia do Casarão, que ficará na Rua Campos Salles, em uma residência que pertenceu à família Marques Figueira. O acervo histórico do DS vai compor o local.
Além dele, o cidadão terá disponíveis exposições temáticas que contam a história da cidade, um setor de salvaguarda documental, para atuar na preservação de documentos de interesse histórico, uma biblioteca especializada para pesquisas e um setor de apoio ao artesanato local, um novo espaço cultural para o cidadão acessar bens artísticos.
"A cidade pela primeira vez terá um equipamento dessa natureza, o que é fundamental para a preservação da história do município e também como ação de fortalecimento do artesanato e do turismo", destacou a Prefeitura.




Previsão inicial era de que o Casarão ficasse pronto em 2019, mas o prazo que foi adiado para o primeiro trimestre de 2020 e, em seguida, para a primeira quinzena de abril - (Foto: Arquivo/DS)




