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Jornal Diário de Suzano - 14/10/2019
Villa Europa
Secom Segurança

Delegada é a favor da reserva de 5% de vagas para vítimas de agressão

Até agora o projeto está em Diadema e ainda não chegou nas cidades da região

Por Isabelle Santini - de Suzano16 SET 2019 - 22h45
Delegada destaca que existem mulheres que se submetem às situações de violência, pois dependem do companheiro para sobreviver financeiramenteFoto: Sabrina Silva/DS
A delegada da Mulher de Suzano, Silmara Marcelino, é a favor do projeto para que as prefeituras reservem 5% das vagas do Programa da Frente de Trabalho para as mulheres vítimas de violência doméstica. Até agora, o projeto de lei está em Diadema. Não chegou ao Alto Tietê. Por lá é de autoria de dois vereadores de Diadema, Audair Leonel e Revelino Teixeira de Almeida (DEM).
 
A delegada destaca que existem mulheres que se submetem às situações de violência, pois dependem do companheiro para sobreviver financeiramente. Políticas públicas que favoreçam as mulheres no âmbito do mercado de trabalho são vistas com bons olhos por Silmara.
 
"Muitas mulheres possuem filhos com os maridos agressores e dependem deles na questão financeira. Sendo assim, ela se submete à ações de violência. Um projeto como esse é muito importante, pois favorece e ajuda a mulher a ter independência financeira para que ela possa se reerguer e não se submeter mais à essas ações".
 
Silmara afirma que se a sociedade possui mecanismos que possam inserir a mulher vítima de violência doméstica no mercado de trabalho, a situação muda para melhor.
 
"Muitas dessas mulheres não têm como se manter, ou seja, elas vão se submeter a essa violência praticada dentro da própria casa. Se tivermos mecanismos que possibilitam às mulheres a inserção no mercado de trabalho com certa prioridade, a situação muda e ajuda as vítimas de violência doméstica no cenário atual", ressalta.
 
Contatada sobre uma eventual implantação do mesmo projeto de lei em Suzano, a administração municipal afirmou, em nota, que "a Secretaria de Administração informa que até o momento não houve discussão sobre o tema proposto em Diadema".

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