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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Matriz realiza missas em celebração do Sagrado Coração e Santo Antônio

12 JUN 2015 - 08h01

A Paróquia São Sebastião, a Matriz de Suzano, realiza hoje duas missas em celebração ao Dia do Sagrado Coração de Jesus e antecipação do Dia de Santo Antônio, comemorado amanhã. As cerimônias acontecerão as 15 e às 19 horas. A tradicional distribuição dos pães abençoados será realizada nos mesmos horários. A igreja pede para os fieis levarem o próprio pão na missa. Santo Antonio é conhecido como casamenteiro. Por isso, as pessoas que não possuem namorado costumam rezar ou até fazer simpatias com a imagem do santo para conseguir um parceiro. Cerca de 500 pessoas são esperadas nas celebrações.

De acordo com o padre Sérgio Luiz da Rocha, que celebrará a eucaristia, a Matriz antecipou a celebração do Dia de Santo Antônio em decorrência da comemoração do Dia do Sagrado Coração de Jesus. "Uma vez por ano fazemos esta homenagem. A data oficial é hoje, 12 de junho, sendo que o dia de Santo Antônio é amanhã, 13 de junho. Como iremos fazer as homenagens ao Coração de Jesus hoje, decidimos antecipar e fazer uma grande festa".

O padre afirma que as celebrações são formas de evangelizar os fieis e abençoar os visitantes. O Sagrado Coração de Jesus é uma das três solenidades do Tempo Comum, dentro da Liturgia da Igreja Católica, e é comemorado após a solenidade de Corpus Christi.



SANTO CASAMENTEIRO

Famoso por ter se tornado o santo casamenteiro, Santo Antônio nasceu em 15 de agosto de 1191, em Lisboa, Portugal. Rocha conta que as histórias que falam do religioso relatam que ele era defensor do amor verdadeiro. "Naquela época (1191-1231) havia muitos casamentos arranjados, por interesse do dote da noiva ou da posição do pretendente, mas Santo Antônio defendia o casamento por amor", detalha.

Já os pães fazem parte da caridade inserida no religioso. Na época ele morava em um convento e sempre dividia os alimentos que possuía na dispensa com os mais carentes. "Havia um frade que não concordava porque temia que faltasse comida para os padres. Mas ele dizia que Deus providenciaria de não deixar faltar e nunca faltou", completa.

Rocha conta ainda que a tradição de distribuir pão tem haver também com a multiplicação dos pães de Jesus, ou seja, um sinal de que ninguém ficará sem, isto é, tanto que doa quanto aquele que recebe.

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