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Jornal Diário de Suzano - 17/04/2019
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Mortes no trânsito crescem 7,41% ; Estrada Keida Harada é a mais perigosa

Das 29 mortes, oito eram de pessoas com idade acima de 60 anos, aponta levantamento

Por Marcus Pontes - de Suzano10 FEV 2019 - 00h10
Estrada Keida Harada considerada a mais perigosa no levantamento realizado em SuzanoFoto: Sabrina Silva/Divulgação
Suzano fechou 2018 com alta de 7,41% nas mortes provocadas por acidentes de trânsito, em relação ao mesmo período do ano antecessor.  O balanço revela que 29 pessoas perderam a vida de janeiro a dezembro do ano passado. Destas, 26 eram homens e três mulheres. As informações fazem parte do levantamento do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito (InfoSiga). 
 
A maioria das mortes aconteceu em vias municipais. Foram 22 ocorrências registradas, contra sete em rodovias. A estrada mais violenta é a Keida Harada. A via computou cinco mortes. O segundo local com mais óbitos foi a Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31), totalizando quatro ocorrências. Já a Estrada dos Fernandes e a Rua João Batista Fitipaldi tiveram dois acidentes letais cada. 
 
Os meses mais violentos foram setembro e abril, com cinco cada. Em seguida, vêm agosto e novembro, que registraram quatro cada; seguido de outubro computando três mortes em algum tipo de via pública. Maio, junho, julho e dezembro registraram duas mortes cada. A maioria dos acidentes aconteceu no período noturno (noite/madrugada). Foram 12. O período vespertino (tarde) somou sete. E oito casos não tiveram o horário especificado. 
 
Das 29 mortes registradas, oito eram de pessoas acima de 60 anos. Os demais variavam entre 17 e 53 anos. A maioria era de homens ou mulheres com faixa etária de 30 anos. 
 
Dia da semana
 
Levantamento do InfoSiga revela ainda que nove casos aconteceram aos domingos. O segundo dia com mais registros foi quinta-feira: 7. O estudo mostra que, ao longo dos últimos 12 meses, o município totalizou cinco mortes, que ocorreram aos sábados; seguido de quarta e sexta-feira, com dois, e segunda e terça-feira, totalizando apenas um registro cada. 
 
Gravidade
 
Em boa parte dos acidentes, a vítima nem sequer pôde ser socorrida, já que, em 16 ocasiões, morreu na hora da batida. Em outros oito casos, as vítimas sobreviveram por sete ou até 30 dias, mas também não resistiram aos ferimentos. Em três situações, o paciente ficou mais de 30 dias internado. 

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