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Jornal Diário de Suzano - 22/11/2017
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Obra da Sabesp gera reclamações de moradores da Estrada Pau a Pique

03 JUL 2015 - 08h00

As obras de captação de água do Rio Guaió, feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), em Suzano, têm causado transtornos para quem mora na Estrada Pau a Pique. A água que é retirada do rio é conduzida por uma tubulação que passa embaixo da estrada. Segundo os moradores, a implantação dos tubos gerou danos a estrutura da via, que não possui pavimentação e tem causado vazamentos que deixam a estrada cheia de lama.

Além disso, em uma parte do trecho há um grande buraco deixado pelas obras e que interdita metade da pista. Por esse motivo, a linha de ônibus municipal e também o transporte escolar não passam pelo local há cerca de três meses.

"Antes das obras da Sabesp era muito melhor, agora nem ônibus mais chega aqui. Ainda tem a questão do vazamento que a obra está causando e quando chove é ainda pior. Daí ninguém consegue sair de casa", disse Jair Bastazini, que mora no local há mais de 20 anos.

A estrada é responsável por fazer a ligação entre a Estrada dos Fernandes, na região da Casa Branca com a Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31). Segundo os moradores, com os prejuízos deixados pela obra, o trajeto pelo local está praticamente intransitável.

A região abriga ainda uma grande quantidade de chacareiros que dependem da estrada para realizar a comercialização das verduras. Eles afirmam que pela dificuldade que há para que caminhões e outros veículos cheguem ou transitem pelo local, acabam perdendo vendas.

"Nossa situação está terrível. A estrada é o único acesso que temos para ir a qualquer lugar. E mais, se carro ou caminhão dos clientes não entram, não conseguimos vender as verduras e isso gera um prejuízo enorme", relatou o chacareiro Everton Rodrigues da Silva.

Outra moradora, que é dona de um pequeno bar no local, também reclama da falta de clientes. "Está difícil para qualquer um passar aqui. A Sabesp falou que ia arrumar, disseram que marcaria uma reunião com os moradores e até agora nada. Ninguém faz nada para resolver nossa situação. Essa obra foi feita de qualquer jeito, e esses tubos foram tudo mal colocado e agora é a gente que sofre. Não tenho mais clientes e as contas só vão chegando. Quero ver se eles vão pagar pra mim", relatou Severina Luzia da Silva.

Ainda segundo os moradores, para solucionar a questão do transporte escolar, a Sabesp disponibilizou vans que levam e trazem as crianças. Porém, o veículo não circula quando chove.

O DS questionou a Sabesp sobre a situação, mas não obteve resposta até o fechamento dessa matéria.

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