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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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Patrulha Maria da Penha registra 170 agressões e sete prisões em 10 meses

08 AGO 2015 - 08h01
Em 10 meses, a Patrulha Maria da Penha registrou sete prisões por agressão à mulher. Além disso, 170 casos de violência contra a mulher foram registrados no mesmo período. A primeira agressão registrada pelo programa foi em outubro do ano passado. Os dados foram divulgados ontem durante evento realizado pela Câmara Técnica de Políticas Públicas para Mulheres do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) em Suzano. A palestra, que aconteceu na Casa do Advogado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi realizada em comemoração ao aniversário de nove anos da Lei Maria da Penha.

A palestra teve parceria da Comissão da Mulher Advogada e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Suzano. Entre as palestrantes estavam representantes da promotoria e membros dos dois órgãos citados. A presidente da Comissão da Mulher Advogada de Suzano, Maria Margarida Mesquita, afirmou que a palestra serviu principalmente para multiplicar e dar força para enfrentar a violência doméstica. "A palestra mostra a eficácia da Lei Maria da Penha. Queremos levar o conhecimento sobre o assunto a todos".

A juíza da 1ª Vara Criminal, Erica Marcelina Cruz, ressaltou a eficácia da Lei Maria da Penha e as mudanças que ocorreram na conduta dos nove anos da lei. "Em minha palestra falei principalmente sobre os crimes como ameaças, homicídios contras as mulheres e as novas medidas", finaliza.

A promotora Maria Gabriela Manssur confirmou que o assunto é de extrema importância para mostrar o desenvolvimento do projeto para o atendimento da mulher. "A gente vê que é muito grande a violência ainda, mas o que mudou é que mesmo com tanta violência há um exército para ajudar nessa causa", conclui.

PATRULHA

A Patrulha Maria da Penha foi criada em outubro do ano passado. O objetivo é acompanhar diariamente as mulheres vítimas de violência. O acompanhamento é feito pelos agentes de segurança pública municipal, que executam ações integradas com os demais equipamentos de acolhimento à mulher vítima de violência. Em seis meses de trabalho, por exemplo, o projeto já havia realizado mais de 2,2 mil visitas.

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