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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2017
mrv

Suzano possui 7 imóveis abandonados na principais ruas da região central

21 JUN 2015 - 08h01

A região central de Suzano possui sete imóveis abandonados. Alguns deles foram "esquecidos" ainda quando estavam em construção, outros desocupados por falência ou por desinteresse do proprietário. Em comum, todos os imóveis têm a memória emblemática de fazer parte do cenário inserido na cidade, além disso, as estruturas são, na maior parte das vezes, lembradas pela aparência degradada ou pelo prejuízo visual que trás ao quadrilátero central do município.

O primeiro deles fica praticamente na entrada do centro de Suzano, uma vez que pode ser visto da estação de trens, na esquina da Praça João Pessoa com a Rua General Francisco Glicério, no Centro. O prédio que "prometia" ser um ponto comercial de destaque, com muitas salas e empresas está com a obra parada há mais de 30 anos, segundo vizinhos do "esqueleto".

Ainda na região central, na Rua Julio Alberto Mathey, próximo a Avenida Antonio Marques Figueira, mais uma estrutura abandonada figura entre comércios e residências. O prédio de sete andares, com amplos apartamentos parece deteriorado. Com paredes rasuradas por pichações, o último andar já foi alvo de incêndio. O local está abandonado há mais de 16 anos.

Na Rua Baruel, há um prédio na altura do número 100 com as mesmas semelhanças. A estrutura está em cima de uma quitanda e possui três andares, além de muitas pichações.

Já na Rua Campos Sales, altura do número 47, duas casas estão abandonadas. No entorno do que antes era uma garagem há mato alto. Para evitar novas invasões, os donos dos imóveis muraram as entradas das residências. Na via ao lado, Barão de Jaceguay, altura do 297, o prédio da antiga fábrica Peles Polo Norte foi a falência, após ficar anos abandonado, hoje parte da estrutura foi demolida. A população local aguarda para descobrir o empreendimento que será instalado no terreno.

De volta a Glicério, o terreno do antigo mercado Guaió continua abandonado. Os vizinhos que preferem não se identificar contam que o imóvel foi invadido pro diversas vezes e afirmam que o empreendimento atrapalha o visual de outros estabelecimentos. "Ele é feio e sujo".

MELHORIAS

Ainda na Glicério, há outros dois prédios. Um deles, na esquina com a Rua Konoe Endo, que divide a fama na via com o prédio que abrigava a Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), que pegou fogo em 2007. O primeiro deles, hoje reformado, melhorou o entorno da região. Atualmente, a estrutura abrigada salas comerciais e na parte térrea um restaurante fast food famoso. O segundo, outrora cenário de incêndio, hoje está com o terreno limpo e aguarda a construção de um novo empreendimento.

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