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Jornal Diário de Suzano - 12/12/2017
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Educação para todos!

07 ABR 2015 - 08h00

Em 2014, levantamento mostrou que o Brasil se distanciou da média de 40 países em um ranking que compara resultados de provas de matemática, ciência e leitura, e também índices como taxas de alfabetização e aprovação escolar.

Apesar de ter o seu índice piorado, o País subiu uma posição no ranking - de penúltimo para antepenúltimo - pois o México apresentou queda maior do que o Brasil no índice.

Foi a segunda edição do relatório produzido pela empresa de sistemas de aprendizado Pearson (ligado ao jornal britânico Financial Times) e pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU). O Brasil aparece na 38ª posição do ranking, na frente de México e Indonésia - avanço de um lugar, na comparação com a edição de 2012.

Os dados da educação mostram que o Brasil ainda precisa avançar com valorização de professores e melhores condições de ensino.

Ontem, o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, tomou posse no Palácio do Planalto com boas expectativas para o setor.

A expectativa é de que ele seja “um ministro educador numa pátria educadora”, como afirmou na posse a presidente Dilma Rousseff (PT).

Sua escolha pode traduzir em simbolismo a maior prioridade para esses próximos quatro anos: a educação.

Há uma grande expectativa para que o novo ministro possa criar, transformar, melhorar e fazer avançar o setor no País.

Outra grande expectativa é de que os royalties do pré-sal possam viabilizar uma revolução na educação brasileira.

É importante avançar. Quando um adolescente chega ao Ensino Médio sem saber ler e escrever adequadamente, isso significa que houve algum erro no processo de aprendizagem desde o início, a começar pelo primeiro ano do Fundamental.

Ao entrarem na escola no 1º ano, tecnicamente as crianças são todas iguais, ou seja, todas analfabetas. Mas essa ideia de nivelamento é, na realidade, uma falsa impressão, porque alguns já sabem para que serve a escrita, têm interesse e contato frequente com ela, mesmo que ainda não decifrem as palavras.

O que se espera a partir deste ano é de uma grande transformação na educação, uma vez que o futuro do País depende do avanço nesse setor.

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