Envie seu vídeo(11) 97569-1373
Sintonize nossa Rádio101.5 FMClique e ouça ao vivo
Quinta 23 de Novembro de 2017

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
mrv

Geração de emprego

23 MAI 2015 - 08h00

O DS divulga hoje mais uma rodada dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A geração de novos postos de trabalho sempre tem sido um grande desafio para as administrações. No caso de Suzano, esse último levantamento é positivo.

Em todo o País, o mês de abril registrou redução de 97.828 postos de trabalho com carteira assinada. O número representa uma queda de 0,24% com relação ao mês anterior. Esse foi o menor número registrado no mês de abril desde 2003. No período, ocorreram 1.527.681 admissões e 1.625.509 desligamentos.

Na série ajustada, que faz a inclusão de informações declaradas fora do prazo, o acumulado do ano teve uma redução de 0,33%, o que representa um decréscimo de mais de 137 mil postos de trabalho. Entre os setores que registraram as maiores perdas estão a construção civil, com redução de 0,77%, a indústria de transformação (- 0,65%), o comércio (-0,22%) e de serviços (-0,04%). (O DS traz todas as informações nesta edição).

É verdade que o País vive uma crise política e econômica, e existe grande percepção gerada na opinião pública de uma grave crise que afeta as empresas, as quais ficam em um compasso de espera.

Quem pretende empreender, desiste e não contrata, o que se reflete no mercado de trabalho.

Há expectativa de que com o ajuste fiscal e com os cortes, que estão sendo anunciados, o governo consiga criar condições para que haja estabilidade econômica e o País volte a níveis de emprego como o de antes da crise política.

O Ministério do Trabalho e Emprego avalia que, ao contrário do que acontecia nos anos 80 e 90, não há impacto dessa crise na informalidade, que permanece estável.

O governo está em busca de avanço com o programa de combate à informalidade, que busca legalizar 400 mil trabalhadores e elevar a arrecadação em R$ 2,6 bilhões.

É importante que existam boas perspectivas de investimentos, que devem ajudar na geração de empregos.

Na região, as prefeituras buscam alternativas para tentar manter os empregos e gerar mais.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias