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Jornal Diário de Suzano - 19/08/2019
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Greve geral: reforma

12 JUN 2019 - 23h59
Está marcada para sexta-feira, uma greve geral. Trabalhadores no setor de transporte coletivo urbano devem aderir em peso à paralisação convocada contra o projeto de Reforma da Previdência. Em plenária com entidades ligadas a várias centrais, os sindicatos de motoristas, metroviários e ferroviários confirmaram que as categorias vão parar durante 24 horas em São Paulo. Apenas esses três modais somam perto de 18 milhões de passageiros por dia. Outras capitais e regiões também participarão. Em outras áreas, bancários, metalúrgicos e professores, entre outros, também confirmam presença na paralisação nacional, além dos estudantes.
Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem mostrando que, ao menos, 164.539 passageiros da região, que utilizam os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), devem ser afetados pela greve geral em 12 estações na região. 
A de Suzano terá o maior número de pessoas afetadas, com 32.495. Seguido da Estação Ferraz de Vasconcelos, totalizando 23.841, e a Estação Itaquaquecetuba, que prejudicará o transporte de 16.926.
Nesta semana, o coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Wagner Fajardo, lembrou que a greve foi aprovada por unanimidade, em assembleia na última quinta-feira, a partir da 0h de sexta-feira. Atingirá as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, mas segundo ele a entidade tentará também interromper atividades nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás, privatizadas. 
A expectativa dos sindicalistas é de que será uma resposta contundente ao governo.
De fato, a Reforma da Previdência, que precisa ser concretizada, traz muitas polêmicas. Muitos segmentos são contra ao projeto da forma que está. O governo, no entanto, se defende. Afirma que para o País voltar a crescer é preciso aprovar a Reforma.
Durante a plenária, esta semana, dirigentes manifestaram preocupação com a adesão de outras categorias à greve geral, temendo certo “isolamento” do setor de transporte, sempre visado pelas empresas e autoridades. 
A proposta da Reforma propôs mudanças relativas à Previdência, principalmente na concessão de aposentadorias e de benefícios sociais e assistenciais que são concedidos aos cidadãos.
Para que seja aprovada a Reforma deve passar por um processo que inclui votações nas duas Casas do Congresso Nacional (Câmara dos deputados e Senado Federal).
A proposta foi enviada pelo governo ao Congresso Nacional em 2016. Agora a proposta precisa ser discutida e votada na Câmara dos deputados e no Senado Federal.

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