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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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O desafio da saúde

14 MAI 2015 - 08h00

Melhorar a saúde pública é um dos grandes desafios das administrações públicas. Reforçar os postos com medicamentos, melhorar o salário dos servidores, garantir equipamentos públicos e agilidade no atendimento são missões perseguidas pelos municípios.

O problema da saúde existe, principalmente, por causa da falta de recursos. Os repasses geralmente são inferiores as necessidades das demandas.

Ontem, o DS trouxe informação de que o Ministério da Saúde vai repassar neste mês, por meio do Estado, pouco mais de R$ 128 milhões aos municípios do Alto Tietê. O valor deve ser destinado à assistência ambulatorial e hospitalar e contém incentivos permanentes de custeio (repasses mensais).

É um recurso importante. Garante um pequeno reforço para manutenção do atendimento. Suzano vive boa expectativa na área da saúde, desde 2010, quando naquele ano ocorreu o fechamento de dois importantes hospitais: o São Sebastião e o Campos Salles.

Nos recursos, que serão repassados pelo Ministério da Saúde, é possível encontrar os valores detalhados no Diário Oficial da União (DOU).

Pela ordem, o município que vai receber a maior fatia de recursos na região é o de Mogi das Cruzes, com mais de R$ 73,87 milhões. Logo em seguida está Suzano que deve receber mais de R$ 26,6 milhões.

O terceiro maior repasse será para o município de Santa Isabel, com R$ 9,43 milhões. Pouco mais que o dobro do valor repassado à Poá, que vai receber mais de R$ 3,98 milhões. Itaquaquecetuba recebe um pouco menos, R$ 3,96 milhões.

Na sequência, Ferraz de Vasconcelos, com pouco mais de R$ 2,7 milhões. Logo após Arujá, com R$ 2,29 milhões e Guararema, com R$ 2,21 milhões.

Os dois menores repasses ficaram com Biritiba Mirim que vai receber pouco mais de R$ 1,58 milhão e Salesópolis com R$ 1,56 milhão.

Em abril deste ano, a Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, repassou, por meio do Estado, R$ 128,29 milhões para o Alto Tietê. O valor se referia à assistência de média e alta complexidade hospitalar e ambulatorial.

É evidente que os recursos “para reforço” são importantes, mas ainda não garantem o pleno atendimento da demanda.

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