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Jornal Diário de Suzano - 21/11/2017
mrv

Passagens de nível

31 MAR 2015 - 08h00

O DS trouxe, na edição de domingo, reportagem mostrando a preocupação da população em relação às passagens de nível.

Os locais mantêm sinalização com placas indicando a parada obrigatória para os motoristas, porém nem todos os cruzamentos possuem cancelas, semáforos ou sinalização horizontal, que são as pinturas de solo, segundo apurou o DS.

A passagem de nível localizada no Jardim Colorado, por exemplo, é uma das mais precárias de Suzano. Com apenas uma placa indicando “Pare, Olhe, Escute”, o local não conta com cancelas ou semáforos.

No Brasil, há uma quantidade excessiva de passagens em nível, pois não há um planejamento (carece de fontes) para que seja construído um número maior de contornos em áreas urbanas, provocando, assim, uma redução da velocidade operacional do transporte ferroviário, além, principalmente, de risco potencial de acidentes físicos e humanos.

Em Suzano, uma parte das passagens de nível é mal iluminada o que faz aumentar o perigo durante a noite. A Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31) conta com duas intersecções férreas. São as duas da cidade que possuem cancela eletrônica, sinalização vertical (placas) e horizontal (pintura de solo), além de semáforo que indica a chegada do trem. A primeira está localizada na Vila Ipelândia e a segunda, na Vila Fátima, Distrito de Palmeiras. Mesmo com os equipamentos de segurança instalados no local, ainda há reclamações de problemas com o funcionamento das cancelas eletrônicas, que costumam fechar sem que algum trem esteja vindo. Em nenhum dos locais existem profissionais controlando o equipamento ou o trânsito.

O Distrito de Palmeiras conta ainda com mais uma passagem de nível, localizada na Avenida Avelino Mariano Pena (antiga Estrada do Caulim). Também sem cancelas ou semáforos, o cruzamento conta apenas com calçadas com proteção para os pedestres e placas sinalizadoras. Neste mesmo trecho ocorreu, em 2012, um acidente envolvendo um ônibus escolar. Na época, mesmo com o maquinista buzinando, o motorista do ônibus não ouviu e passou direto pelos trilhos. Por toda essa preocupação, é importante que as autoridades do transporte ferroviário garantam a segurança necessária para os pedestres que vivem no entorno desses cruzamentos.

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