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Jornal Diário de Suzano - 22/11/2017
mrv

Radares na pista

10 MAI 2015 - 08h00

o DS divulgou reportagem, na semana passada, mostrando que o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) colocou em operação mais um radar na Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31). O equipamento está instalado no quilômetro 58. A velocidade máxima permitida será de 40 km/h.

É importante que os equipamentos sejam instalados para coibir o abuso de motoristas. Garantir a segurança de pedestres e melhorar as condições do trânsito local.

A reportagem, publicada pelo DS, mostrou que além do radar da SP-31, outros dois equipamentos começam a funcionar na região. Um no quilômetro 72 da Rodovia Henrique Eroles (SP-66), a Mogi-Guararema, e outro na Rodovia Professor Alfredo Rolim de Moura (SP-88), a Mogi-Salesópolis, na altura do quilômetro 73. A velocidade permitida nestes trechos será de 60 e 40 quilômetros por hora, respectivamente.

A fiscalização por radares, aliada às lombadas eletrônicas e a outras medidas de segurança vem produzindo resultados muito positivos, principalmente depois da introdução do atual Código de Trânsito Brasileiro.

De acordo com o departamento, até o fim deste semestre, a SP-31 será monitorada em dez pontos. Oito deles por lombadas eletrônicas e dois por radares fixos entre os quilômetros 38 até o 66.

No início deste mês, o DS já havia denunciado que das seis lombadas eletrônicas instaladas entre os quilômetros 58 e 66 da rodovia nenhuma delas estava operando.

É importante que estes equipamentos têm de ser instalados sem objetivo de transformar os locais em “indústria da multa”.

Mas, quando implementando de acordo os resultados são positivos. Em 2013, por exemplo, o Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran), informou que o número de mortes no trânsito teria tido um aumento de até 86% após a suspensão da fiscalização eletrônica.

Tudo isso depois que um programa de televisão denunciou um esquema de corrupção envolvendo os aparelhos de fiscalização em todo o País.

Para o órgão de trânsito, os radares são “instrumentos de preservação de vidas” e não uma “indústria de multa”.

O assunto é, sem dúvida, passível de grandes discussões. Mas, é importante que as medidas para conter abusos por parte de motoristas sejam tomadas com critérios.

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