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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
mrv

Firmino prevê dificuldades, mas confia em vitória da Seleção sobre o Paraguai

24 JUN 2015 - 08h00

O atacante Roberto Firmino não tem dúvidas: o jogo de sábado contra o Paraguai, pelas quartas de final da Copa América, vai ser bastante complicado para a seleção brasileira. Mas, em compensação, a confiança também está grande. O grupo começa a superar a ausência de Neymar e pronto para crescer. "O Paraguai vai ser um jogo duro, disputado. Mas é mata-mata e temos de ganhar o jogo", disse o jogador ontem, em Santiago.

Bastante tímido, preferindo respostas curtas - admitiu que não gosta de conceder entrevistas, por não se sentir à vontade -, Firmino garantiu que essa timidez não o prejudica em campo. "Eu me transformo", disse o fã de Ronaldinho Gaúcho.

A timidez também não representa falta de ambição. Ao contrário. Após quatro temporadas no Hoffenheim, da Alemanha, time com o qual tem contrato até 2017, o alagoano de Maceió entende que está na hora de evoluir na carreira. "Eu gosto de estar sempre ganhando jogos e, consequentemente, títulos. Está na hora de dar o próximo passo", entende o atacante, que interessa a três times do futebol inglês: Liverpool (o favorito para levá-lo), Manchester United e Manchester City.

No entanto, segundo Firmino, isso é para depois da Copa América. Agora, é tempo de pensar na Seleção. "Estou focado na seleção brasileira até o fim da Copa".

Essa concentração, dele e dos outros jogadores, ajuda o grupo a viver sem Neymar. "A gente ficou triste com a saída do Neymar, mas a Seleção procura se motivar para a cada jogo. Ele também se despediu bastante triste. É para gente ficar esperto por tudo o que aconteceu", disse.

Com poucos jogos pela Seleção e ainda desconhecido do público brasileiro - como profissional, jogou uma Série B do Campeonato Brasileiro pelo Figueirense e foi para a Alemanha -, Firmino diz que gosta de se movimentar bastante em campo. "Contra a Colômbia voltei bastante, e contra a Venezuela estava no lugar certo na hora certa".

Segundo maior artilheiro da seleção desde que Dunga reassumiu - quatro gols -, atrás apenas de Neymar, Firmino tem levado vantagem sobre Diego Tardelli na briga pela posição.

Ele diz que deixa a decisão de quem joga para Dunga, procura fazer sua parte e considera que a Copa América também está servindo de aprendizado para as Eliminatórias. "Vamos ter jogos disputados, brigados, não vai ser nada fácil. As outras seleções estão trabalhando forte, mas nós também estamos", completou o atacante.

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