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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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Borges: “Mostramos que não viemos para brincar e sim para trabalhar”

26 MAR 2015 - 08h00

Marcos Borges (PPS) assumiu a Prefeitura de Poá, no final do segundo semestre de 2014. Em meio a uma crise política e instabilidades visíveis entre base e oposição, o atual chefe do Executivo trouxe à gestão, transparência e pulso firme. Em poucos meses, o foco e marca registrada do mandato é priorizar os munícipes.

"Quando se ouve a população, a probabilidade de errar é menor. Busco um governo participativo", afirma o gestor.

Com dia a dia agitado, pautado em reuniões e eventos públicos, o prefeito não conseguiu parar nem para atender a imprensa.

Durante 30 minutos, divididos entre três entregas de kits apostilados Anglo, nas unidades de ensino municipal, ele conversou com a reportagem do DS e falou dos próximos planos, dificuldades encontradas na gestão e conquistas adquiridas nos primeiros meses de governo.

Na semana em que Poá completa 66 anos de emancipação político-administrativa, Borges revelou que foi até Brasília, na última terça-feira, cobrar o repasse de verbas para obras e discutir a segunda fase do projeto do piscinão, adianta que se reunirá, amanhã, às 10 horas, em São Paulo, com o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), a fim de solicitar apoio para a construção do segundo viaduto de Poá.

Hoje, Borges destaca que a gestão segue convicta da responsabilidade que possui. Trabalho firme e estar fora de provocações estão entre os objetivos do ex-professor de música.

Além disso, ele só tem motivos para comemorar. Hoje, a cidade inaugura o primeiro ponto de Wi-Fi público do município, na Praça da Bíblia. São 110 quilômetros de fibra ótica distribuídos pela cidade. Obras foram retomadas, revitalizações concluídas e quatro escolas e quatro creches, além de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), estão sendo construídas.

Diário de Suzano - Quais são as próximas prioridades da gestão?

Marcos Borges - Sem dúvida, o segundo viaduto de Poá é uma delas. A atual situação do trânsito municipal incomoda a cidade. Sexta-feira (amanhã) me reunirei, em São Paulo, com o ministro dos Transportes para tratar desta questão. Poá não pode mais viver como está hoje. Caso um carro quebre no viaduto, ele trava e isso não pode acontecer mais. Além disso, alguns legisladores já levaram esta proposta ao ministro e trabalhamos forte neste sentido.

DS - Durante esse período quais foram as mudanças na Educação?

Borges - Hoje temos mais qualidade nas salas de aulas. Quando assumimos encontramos algumas delas em situações complicada. No primeiro momento focamos na qualidade e alcançamos bons índices em decorrência da dedicação dos professores. Além de melhor estrutura física.

DS - Poá deve ganhar novas escolas ou creches?

Borges - Estamos no início da construção de uma escola na Vila Monteiro. Mas, ao todo, a cidade possui quatro unidades em construção, elas ficam na Vila Varela, Vila Monteiro, CEP Santa Luiza e Vila Perracine. As obras estão a todo vapor e dentro de um curto prazo queremos entregar estas estruturas. Também temos a construção de quatro creches: Jardim Itamarati, Tamandaré e Pinheiros. Para implantar os equipamentos na cidade, busquei modelos de creches feitas em Mogi das Cruzes e depois adaptamos às necessidades de Poá.

DS - Há alguma unidade de saúde prevista no cronograma da Prefeitura?

Borges - Vamos construir um posto de saúde na Praça do Jardim Obelisco. O projeto da praça em si não saiu do papel. Mas fizemos um estudo junto à população, e, a pedido dos moradores, decidimos iniciar as obras da Unidade Básica de Saúde. Ainda não temos recursos, mas o projeto já está pronto. Esta é uma região distante da área central e o equipamento oferecerá mais qualidade de vida aos munícipes.

DS - Como está a obra do piscinão?

Borges - Na terça-feira, fui até Brasília buscar explicações sobre esta e outras obras. A obra do piscinão já foi retomada com força e discutimos agora a segunda fase do projeto, que é a parte inferior, ou seja, o Parque Linear. Agora que sabemos de toda a situação, vamos fazer um diagnóstico para resolver a questão o mais rápido possível. Pelo que entendemos, as obras que já estão em andamento não sofrerão prejuízos. Mas alguns repasses da União estão atrasados e a explicação é a contingência do governo federal. Segundo a União, os atrasos de repasse podem durar entre 75 e 90 dias. Além disso, o orçamento Federal demorou a ser aprovado. Contudo, agora que está tudo caminhando, ele será liberado, e, a partir de junho, tudo vai começar a andar sem problemas. Enquanto estivemos em Brasília, sentimos um clima tranquilo e que todos estão no âmbito de vencer a crise. Com otimismo tudo vai se encaixar.

DS - Quais dificuldades foram encontradas ao assumir a gestão de Poá e quais mudanças foram feitas neste período?

Borges - As dificuldades são inerentes de uma situação atípica. Felizmente conseguimos, com a capacidade da equipe que formou o governo, vencer os obstáculos e dificuldades para dar uma resposta positiva à sociedade. Toda essa situação não me afetou diretamente, pois a responsabilidade me fez arregaçar as mangas e trabalhar. O município pode ter em mente que, aconteça o que acontecer, a cidade não pode e não vai parar. Poá não pode sofrer prejuízos nos projetos e nosso trabalho mostra que imbuídos da responsabilidade e conscientes, não medimos esforços. Nosso desafio é grande e ainda temos pouco mais de um ano à frente do governo e vamos trabalhar com muita vontade.

DS - A cidade pode comemorar os 66 anos. Como o senhor analisa a situação de Poá hoje?

Borges - Pode comemorar sim. Em 66 anos de emancipação político-administrativa a cidade conseguiu muita coisa. Embora as condições encontradas tenham sido adversas, mostramos à população que não viemos para brincar, e sim para trabalhar. Tudo que já existia na cidade continuou, nenhuma obra foi paralisada, pelo contrário, demos continuidade a elas e iniciamos novos projetos. Reiniciamos as obras do piscinão, a revitalização da Avenida Adutora, na Nova Poá. No Jardim Violeta, na Rua Flórida, por exemplo, que ainda era de terra, asfaltamos e implantamos galerias, guias, sarjetas e calçadas. Além disso, realizamos obras na travessia da Vital Brasil, entre outras intervenções na mobilidade do município.

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