As cidades do Alto Tietê registram 121 casos de dengue confirmados neste ano, sendo 43 casos em janeiro, 39 em fevereiro, 31 em março e nenhum em abril, até esta terça-feira (7). Todos os municípios mantêm estratégias semelhantes de enfrentamento à dengue, com foco na prevenção, monitoramento e resposta rápida aos focos do mosquito.
Em Suzano, a cidade registrou 26 casos da doença, sendo 14 em janeiro, seis em fevereiro e outros seis em março. Em dezembro de 2025, a Secretaria de Saúde iniciou a primeira fase da instalação de armadilhas contra o mosquito da Dengue, nos bairros Vila Amorim e Vila Urupês, locais de maior incidência da presença do inseto no ano passado.
Em Suzano, a cidade registrou 26 casos de dengue, sendo 14 em janeiro, seis em fevereiro e outros seis em março. Em dezembro de 2025, a Secretaria de Saúde iniciou a primeira fase da instalação de armadilhas contra o mosquito transmissor da doença nos bairros Vila Amorim e Vila Urupês, regiões que apresentaram maior presença do inseto no ano anterior.
Além disso, a Prefeitura informou que realiza visitas casa a casa para conscientizar a população sobre a importância de evitar o acúmulo de água parada, além de ações de bloqueio em locais com focos do mosquito e orientações em escolas municipais e empresas. Também é feita a Avaliação de Densidade Larvária (ADL), que mede o nível de infestação, e há oferta da vacina contra a dengue em todas as 24 unidades da Atenção Básica para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
O município de Mogi das Cruzes registrou, no fim de 2025, uma queda de 98,66% nos indicadores da doença em comparação com 2024. Já em 2026, a cidade apresenta o maior número de casos da região, com 34 registros, sendo sete em janeiro, 11 em fevereiro e oito em março.
Mesmo com a redução anterior, a Prefeitura afirma que mantém o reforço diário das ações de combate à dengue, incluindo a vacinação de crianças de 10 a 14 anos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs). Entre as medidas adotadas estão visitas domiciliares, bloqueio de criadouros, tratamento químico em áreas de risco, monitoramento de pontos estratégicos e o uso de drones para mapeamento e aplicação de larvicida em locais de difícil acesso.
Em Itaquaquecetuba, a Secretaria de Saúde informou que foram registrados nove casos de dengue neste ano, sendo cinco em janeiro e quatro em fevereiro. Segundo a Prefeitura, o cenário indica baixo número de ocorrências, mas ainda assim, o município mantém medidas permanentes de enfrentamento, considerando o risco epidemiológico e a sazonalidade da doença.
Guararema somou sete casos em 2026, com quatro em janeiro e três em fevereiro. A Prefeitura realiza monitoramento contínuo de casos suspeitos e confirmados, vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, imunização de profissionais da Atenção Básica com a vacina do Instituto Butantan, além de ações de bloqueio, busca ativa de pacientes e acompanhamento dos casos.
Em Ferraz de Vasconcelos, foram registrados 33 casos, sendo 10 em janeiro, 11 em fevereiro e 12 em março. O município realiza visitas domiciliares para orientação da população, bloqueio de criadouros, vistorias em pontos estratégicos e imóveis especiais, além de atender denúncias relacionadas a focos de água parada e acúmulo de materiais inservíveis.
Poá registrou 10 casos de dengue em 2026 até o momento, sendo dois em janeiro, três em fevereiro e cinco em março. A Prefeitura informou que realiza 15 ações de combate à transmissão, incluindo investigação, acompanhamento e monitoramento de casos suspeitos e confirmados de forma ágil.
Já em Arujá, foram confirmados dois casos neste ano, sendo um em janeiro e outro em fevereiro. O município adota 10 ações de prevenção e controle, como coleta de larvas, controle mecânico, bloqueio epidemiológico, busca ativa e mapeamento de casos, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).




Todos os municípios mantêm estratégias semelhantes de enfrentamento com foco na prevenção - (Foto: Divulgação/Fiocruz)




