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Ouvidor das polícias escolhido por Doria é irmão de vereador de Mogi

Elizeu Soares Lopes foi escolhido ontem. O advogado é irmão do vereador mogiano Jean Lopes (PCdoB)

Por Fernando Barreto - da Região07 FEV 2020 - 05h00
Elizeu Soares Lopes é irmão de vereador mogiano e foi escolhido por João DoriaFoto: Reprodução/Redes sociais
O novo ouvidor das Polícias do Estado de São Paulo, escolhido pelo governador João Doria (PSDB), Elizeu Soares Lopes, é advogado em Mogi das Cruzes e irmão do vereador mogiano Jean Lopes (PCdoB).
 
Em contato com o DS, Elizeu confirmou ser irmão de Jean Lopes e advogado em Mogi das Cruzes, mas não comentou sobre sua nomeação pois estava em uma reunião em São Paulo.
 
Elizeu ficou em terceiro lugar na lista tríplice para assumir o cargo de ouvidor das Polícias do Estado. Doria não reconduziu ao cargo o último ouvidor, Benedito Mariano, o que vai contra um costume adotado pelos governadores desde a gestão de Mario Covas (PSDB).
 
O advogado mogiano é ligado à movimentos negros e ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Elizeu atuou também como secretário adjunto de Promoção da Igualdade Racial, ainda na gestão de Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo.
 
Segundo reportagem do Jornal Folha de S. Paulo, em 2016, quando Doria disputava com Haddad o cargo de prefeito em São Paulo, Elizeu comentou em rede social que “Doria é um fiasco, não fala lé com ré”.
 
Sobre não reconduzir ao cargo Benedito Mariano, Doria informou à Folha de S. Paulo que a decisão cabe a ele, e a lista dispõe de três nomes para isso.
 
“É listra tríplice e, portanto, cabe ao governador escolher um dos três nomes. E foi feita a escolha. Ponto final”, informou ao Jornal Folha de S. Paulo.
 
De fato, a decisão cabe ao governador e não há obrigatoriedade em nomear o mais votado da lista. A divulgação no Diário Oficial ocorreu ontem e é irreversível.
 
Benedito Mariano ia apresentar um balanço sobre sua gestão quando recebeu a notícia de que não seguiria no cargo.
 
“Fui pego de surpresa. Fiquei sabendo às 8h30 de hoje. Ninguém do governo sinalizou de que teria a decisão”, contou Mariano a Folha de S. Paulo. “O governador foi muito deselegante comigo”, completou.Segundo o jornal, deputados estaduais pressionavam Doria para não manter Mariano no cargo, prinpalmente após ele criticar a ação da PM no caso de Paraisópolis.

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