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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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SOS Mata Atlântica reprova qualidade da água de 21 dos 23 rios avaliados

19 MAR 2015 - 08h01

Levantamento realizado pela SOS Mata Atlântica analisou a qualidade de 23 rios do Alto Tietê. Deste total, 21 foram reprovados, ou seja, foram qualificados com qualidade ruim, péssima ou regular, e somente dois tiveram indicação de qualidade boa. Os dados foram divulgados na semana em que se celebra o Dia da Água (22 de março). A coleta foi feita entre março de 2014 e fevereiro deste ano.

A cidade mogiana teve o maior número de rios e córregos avaliados: seis. Do total, três foram classificados com qualidade ruim; dois, regular; e um avaliado como péssimo. Arujá e Ferraz de Vasconcelos tiveram quatro avaliações, Itaquá e Suzano, três; Salesópolis, dois, e Biritiba Mirim, uma.

As duas classificações satisfatórias foram no Rio Tietê em dois trechos: em Salesópolis e Biritiba Mirim. O mesmo curso d’água foi avaliado em outras cidades, porém a qualidade piora. Em Itaquá, por exemplo, ele foi avaliado com qualidade ruim. Já em Suzano, o principal rio do Estado foi classificado como regular (confira quadro completo ao lado).

"Esses indicadores revelam a precária condição ambiental dos rios urbanos monitorados e, somados aos impactos da seca, reforçam a necessidade urgente de investimentos em saneamento básico. A falta da água na região Sudeste é agravada pela indisponibilidade decorrente da poluição e não apenas da falta de chuvas. Rios enquadrados nos índices ruim e péssimo não podem ser utilizados para abastecimento humano e produção de alimentos, diminuindo bastante a oferta de água", alerta a coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro.

SECA

Segundo ela, , a falta de água em São Paulo diminui o escoamento de poluentes para os rios, refletindo na redução de pontos de coleta com qualidade ruim ou péssima. "A falta de chuvas na Capital paulista teve um impacto positivo na qualidade da água dos córregos e rios urbanos que não receberam a chamada poluição difusa, responsável por cerca de 40% dos poluentes que contaminam os corpos hídricos após as chuvas que lavam as cidades. Com a seca, os pontos monitorados deixaram de receber resíduos sólidos ou lixo, sedimentos com solos contaminados, fuligem de veículos e materiais particulados”.

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