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Jornal Diário de Suzano - 20/01/2018
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17 assaltos a ônibus são registrados neste ano

22 MAI 2015 - 08h00

Os ônibus da Radial Transporte, que circulam em Suzano e nas linhas intermunicipais, sofreram 17 assaltos entre janeiro e fevereiro deste ano. Os dados foram divulgados ontem pela empresa. De acordo com o balanço, em Suzano dois assaltos aconteceram na Linha Miguel Badra-Colorado. Outras três ocorrências foram registradas no Terminal-Jardim Varan. O mesmo índice foi computado na Linha Terminal-Divisa Ouro Fino.

Nas linhas intermunicipais, nove ocorrências foram registradas. Segundo a Radial, a mais perigosa é a Poá Kemel - Guarulhos - Circular. No total foram computados quatro assaltos nos veículos deste circuito. Em seguida está Kemel-Guaianazes, com dois registros. Itaquaquecetuba Cid.Kemel - Pq. Dom Pedro, Poá-Itaim -via Sta. Helena e Nova Poá-Artur Alvim, com um caso, respectivamente.

De acordo com a Radial, são frequentes as depredações nos ônibus e contra as coberturas dos coletivos, que, muitas vezes, resultam em perda do bem não pelo tempo e sim pelo mau uso. Além disso, os assaltos cresceram de maneira exponencial. "A Radial mapeou os pontos de maior violência, notificou a Policia Militar (PM) dos municípios e aguarda providências", explica.

A empresa ressalta que manutenção significa ônibus parado e mais demora no atendimento ao usuário. "O ônibus é um bem comum, patrimônio da cidade, em última análise, ele serve e é parte do usuário. Essa conscientização por parte da população, e mudança de comportamento, se faz necessária para a garantia do serviço prestado pela Radial à população", afirma.

Em 2014, por exemplo, quatro ônibus da empresa foram queimados. Destes, três ocorrências aconteceram em Suzano e uma em Ferraz de Vasconcelos. Os prejuízos por vandalismo em Ferraz, Poá e Suzano chegou a R$ 916 mil, em 2013. O valor aumentou em 2014 e ultrapassou R$ 1,5 milhão. "No ano passado, só em Suzano, foram gastos mais de R$ 1 milhão. Cada ônibus custa R$ 300 mil, e não conta com seguro. Somando com Ferraz, ultrapassa R$ 1,5 milhão. Isso sem contar perda de receita e os intangíveis prejuízos psicológicos e emocionais causados aos funcionários", completa. Neste ano, três ônibus foram queimados em Poá, como forma de protesto, após uma menina, de 9 anos, ser violentada e morta.

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