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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Comércio ambulante é padronizado e 1 tonelada de material ilegal é incinerada

17 MAI 2015 - 08h01

Com objetivo de organizar o comércio ambulante da região central, além de oferecer melhores condições de trabalho aos vendedores de comida, a Prefeitura promoveu a padronização das barracas de pipoca, lanches e sorvetes, recentemente.

A medida também ajuda o Departamento de Fiscalização, uma vez que apenas comerciantes instalados nos equipamentos amarelo e branco tem permissão para realizar as vendas.

INCINERAÇÃO Em 2015, a Prefeitura frisa que já foram incineradas, aproximadamente, uma tonelada de produtos ilegais.

Atualmente, cerca de 90 vendedores do setor alimentício estão cadastrados na administração. Eles comercializam pipoca, sorvete, doces, caldo de cana, lanches, entre outros alimentos.

De acordo com a Vigilância Sanitária, são realizadas fiscalizações periódicas nos equipamentos. "As ações também são encaminhadas para o setor de Postura, para que seja feita a averiguação das devidas licenças para a realização da atividade".



DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO

Segundo o Departamento de Fiscalização, hoje não é mais fornecida licença para o comércio de alimentos na rua.

O setor destaca que os vendedores que possuem permissão atuam há décadas nos mesmos pontos. Contudo, o cadastro para aqueles que desejam vender de porta em porta pode ser solicitado ao setor de Protocolo, no Edifício Nacional.

A pasta ressalta ainda que o trabalho da Fiscalização é constante e aqueles que não têm autorização para comercialização estão passíveis à apreensão dos produtos.

"Nesses casos é feita triagem do que foi apreendido. Os produtos que não podem ser doados são incinerados. Em 2015, já foi incinerada aproximadamente uma tonelada de produtos ilegais", revela.

"A GCM atua por meio de rondas visando abordagem primária dos vendedores ilegais. Na maioria das vezes, elas são viabilizadas por meio do sistema de monitoramento por câmeras. Nessas ocorrências, os meliantes são encaminhados ao DP", detalha.

Conforme publicado anteriormente pelo DS, após a abertura do Shopping Popular, a Prefeitura reforçará a fiscalização do comércio ilegal.

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