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Em queda pelo 12°dia, Alto Tietê opera com 56,53% da capacidade

Última vez que o sistema apresentou aumento na quantidade de água foi entre os dias 9 e 10

Por Daniel Marques - de Suzano23 OUT 2020 - 23h25
Represas operam com 56,53% da capacidade totalFoto: Regiane Bento/Divulgação
O Sistema Alto Tietê de represas opera com 56,53% da capacidade total, segundo dados atualizados na última quarta-feira (21) pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). É o 12° dia seguido de queda no volume do sistema.
 
A última vez que o sistema apresentou aumento na quantidade de água foi entre os dias 9 e 10 deste mês. Na ocasião, o Alto Tietê passou de 58,53% para 58,58%, já que as chuvas registradas nas represas foram de pouco mais de 18 milímetros.
 
Antes disso, o sistema havia passado 16 dias em queda, entre 24 de setembro e 9 de outubro. Operando com 61,42%, a quantidade de água declinou para 58,53% (redução de 2,89% no período).
 
Maior redução
 
O mês 9 deste ano foi o que teve a maior redução no volume de água nas represas da região, se comparado com o mesmo mês de 2019 e 2018. A queda, entre 1° de setembro e 1° de outubro, foi de 4,87%.
 
Em 2020, a operação caiu de 65,02% para 60,15% no mês de setembro. Em 2019, a queda foi de 3,42%, passando de 90,38% para 86,96%; e em 2018, redução de 3,3%, passando de 49,43% para 46,13%. 
 
Cenário atual
 
Das cinco represas que compõem o Sistema Alto Tietê, a de Ponte Nova é a que opera com a maior quantidade de água: são 82,13%. Em seguida vem a de Paraitinga, com 64,71%. Taiaçupeba, com 14,49% aparece em terceira.
 
A barragem de Biritiba, com 12,88%; e a de Jundiaí, com 7,44%, fecham a lista.
 
Economia
 
A redução no nível das barragens também preocupa moradores da cidade. Muitos têm adotado ações para reduzir o consumo de água em suas casas, como banhos mais curtos, reutilização da água após lavar roupas e redução nas lavagens dos carros.
 
O interesse de reduzir o valor da conta de energia também ajuda nessas horas, como é o caso da balconista Adriana Reis, 43. Ela diz que está tomando banhos mais curtos – o que acaba potencializando a economia. 
 
“Meus banhos são mais rápidos. Assim, acabo economizando nas duas frentes”, disse.
 
O técnico em manutenção Marcos José Alves, 46, tem medo de ver a água acabando. Para economizar, ele está lavando menos o carro e as roupas. Alves diz que a crise hídrica - ocorrida entre 2014 e 2016 no Estado, acabou ajudando nos costumes. 
 
“Faz tempo que meu carro não ‘toma um banho’, e as roupas só lavo uma vez na semana. Lá em casa são apenas duas pessoas que não ficam muito em casa, então facilita na hora da economia. Acabamos nos adequando naquela época. Creio que será igual com as máscaras”, estimou.
 
“Eu lavava as roupas quatro vezes por semana. Agora, reduzimos para duas. Estamos tentando economizar. Temos medo de que a água acabe”, declara a faturista Juliana Medeiros, 34.

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