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Jornal Diário de Suzano - 19/11/2017
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Investigação é aberta após agulha de vacina ficar em corpo de criança

26 MAI 2015 - 08h01

A Polícia Civil e a Prefeitura vão investigar o caso de uma agulha que ficou presa na nádega de uma criança, de 3 anos, após ela tomar a vacina contra a gripe na Unidade Básica de Saúde (UBS), do Jardim Natal. O caso aconteceu na última sexta-feira.

A agulha foi retirada pela mãe da menina que é auxiliar de enfermagem, Cibele Peixoto de Paula. Ela explicou que o marido havia levado a criança para tomar a vacina. "Ele não sabe bem ao certo o porquê (isso aconteceu). Se foi por conta da demanda da UBS ou da agitação que nossa filha encontrava-se". No caminho para casa, a criança reclamava de dores na região onde a dose foi aplicada. "Ele teve que levar ela de colo até onde moramos, pois estava muito manhosa e cheia de dores".

Já em casa a criança não queria sentar e estava em estado febril. Assustado com a situação, o marido de Cibele ligou para ela e pediu para que fosse para casa e visse a menina. Ao chegar à residência, a mãe pediu para ver o local afetado pela seringa e notou o pedaço da agulha.

Um Boletim de Ocorrência (B.O.) de lesão corporal foi registrado. O delegado Edson Gianuzzi afirmou que uma investigação será aberta. “O profissional que realizou essa aplicação terá que ser identificado e responder por lesão corporal", comentou.

Ele afirmou que um estudo de caso será necessário para apontar se o profissional está apto a exercer a função ou agiu com negligencia. “Caso a situação inversa seja apontada, teremos que analisar se houve um equivoco na contratação, ou seja, ele (o aplicador) não poderia estar exercendo a profissionão e porque ele está”.

Já a Prefeitura informou, por meio de nota, que um processo administrativo foi aberto para investigar os fatos. Explicou ainda que nenhuma informação pode ser adiantada até a conclusão das apurações. Por fim, a nota ressalta que se a investigação apontar negligência será adotado medida para apurar responsabilidades.

A mãe da menina também pretende acionar o Conselho Regional de Enfermagem (Corem) para apurar a responsabilidade do profissional.

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