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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Radares da Índio-Tibiriçá aguardam autorização do Ipem para funcionar

22 MAR 2015 - 08h01

Os radares instalados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) na Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31) esperam pela aferição do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) para começar a funcionar. O órgão é vinculado ao Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). Na via, foram instaladas cinco lombadas eletrônicas e dois radares fixos. A previsão é que os equipamentos comecem a funcionar em abril, porém o prazo já foi adiado diversas vezes pelo DER.

Segundo o Ipem, nos quilômetros 58+50 existem quatro faixas aprovadas. Já nos quilômetros 58+750, a fiscalização será agendada.

Ainda, nos quilômetros 65+700 as verificações das instalações estão agendadas para quinta-feira, às 10h30. Já os quilômetros 57+150 possuem três faixas que aguardam um novo pedido da empresa Splice, pois no local, existe uma lombada física do lado do radar que ainda não foi retirada, impossibilitando a verificação.

Em setembro do ano passado, o secretário de Estado de Logística e Transporte, Clodoaldo Pelissioni, que na ocasião estava na inauguração das obras de modernização da Rodovia Vereador Albino Rodrigues Neves (SP-56), em Arujá, chegou a afirmar que os radares da Rodovia Índio-Tibiriçá estariam funcionando em novembro de 2014. Desde então os equipamentos estão apenas instalados sem fazer a fiscalização.

Parte da SP-31 fica no Distrito de Palmeiras. Por isso, é comum encontrar diversas pessoas atravessando o meio da rodovia para chegar em certos destinos. A dona de casa Daniela Oliveira contou que, ela e o filho, de 6 anos, passam com frequência pelo local, mas que se sente insegura, pois os motoristas não respeitam a sinalização. A velocidade permitida em alguns pontos é de 40 km, mas mesmo assim não é o suficiente para impedir acidentes. "Por diversas vezes eu vi gente quase sendo atropelada. Tem motorista que não respeita nem mulher com criança".

COMPORTAMENTO DOS MOTORISTAS

A dona de casa Letilvia Vilela também reclamou do comportamento dos motoristas e disse que, com o radar funcionando, talvez condutores respeitassem mais os pedestres. "Não adianta nem a faixa de pedestre. Talvez mexendo no bolso, eles passem a nos respeitar".

Enquanto alguns reclamam pela ausência de funcionamentos dos radares, motoristas reclamam do equipamento.

"Isso é uma máquina de fazer multas", disse o caminhoneiro José Carlos Conceição. "Se alguém tiver que fazer alguma coisa errada, vai fazer com ou sem radar". Ele acredita que como já existem lombadas na estrada, o radar é dispensável.

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