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Suzano

Vila Barros cobra asfalto e reclama de ruas esburacadas

Buracos, desnível de rua, sujeira e resto de materiais de construção podem ser vistos em toda a extensão da rua

Por Aline Moreira - de Suzano05 DEZ 2018 - 23h58
Ruas esburacadas e sem asfalto preocupam moradores do bairroFoto: Sabrina Silva/Divulgação
As condições da Rua Antônio Felix Pinto, localizada no bairro Vila Barros, têm preocupado e gerado indignações nos moradores que há anos pedem por asfalto no local. Buracos, desnível de rua, sujeira e resto de materiais de construção podem ser vistos em toda a extensão da via. 
 
O chão de terra se transforma em um lamaçal quando chove e quando o clima é mais quente, a poeira prejudica a saúde dos mais frágeis. "A situação por aqui é bem precária. Pessoas de idade têm dificuldade de andar pelo local. Para cair nesse chão é muito fácil", conta a aposentada Cícera Soares, de 73 anos. 
 
Reside na rua, três pessoas com deficiência visual e uma com deficiência física. Um deles é filho do aposentado Devanir Tampelini, de 63 anos. "Meu filho é deficiente visual e obeso, ele pesa mais de 164 quilos, se ele cair andando nessa rua, ninguém consegue levantar ele sozinho", diz. 
 
Tampelini também conta que no começo do ano, conversou com a Prefeitura sobre a situação da rua e que foi prometida a manutenção no local em setembro.  "Foi prometido para a gente e até agora nada foi cumprido. Estamos esperando e a mercê da sorte. Cada dia mais essa rua está perigosa, eu cai na semana passada, amanhã pode ser outra pessoa. Além dos deficientes, tem idosos nessa rua, o que agrava a situação", conta. 
 
Os problemas no local também afetam as crianças, que em dia de chuva, não conseguem ir para a escola. "O chão fica muito liso quando chove muitas crianças caem nos buracos e tem que voltar para casa para se trocar. Às vezes nem dá para sair de casa, de tanto barro que forma aqui", relembra a dona de casa Graça da Silva de 64 anos. 
 
Outros problemas que também persistem na rua é a falta de manutenção no matagal em volta do bairro e o córrego que passa por trás das casas que virou despejo de esgoto. “Além de se preocupar com a falta de asfalto, tenho que me preocupar com o esgoto que, deixou de ser córrego há muito tempo, passa atrás da minha casa. Quando o clima está quente, o cheiro é insuportável”, conta. 
 

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