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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2017
mrv

Bebê é achado dentro de caixa de frutas

24 MAI 2015 - 08h01

Um bebê, de aparentemente sete dias, foi encontrado na noite de sexta-feira, em Suzano, dentro de uma caixa de papelão usada para armazenar frutas, em frente a uma casa e ao lado de um salão de cabeleireiros, na Rua José Cardoso Xavier, no Jardim Colorado.

O menino foi achado pelo dono da moradia, o ferramenteiro Geraldo Cardoso de Jesus, de 44 anos, por volta das 20 horas, também marido da dona do salão.

O recém-nascido, que ainda está com parte do cordão umbilical - que ainda precisa cair -, foi levado para o Pronto-Socorro (PS) da Santa Casa de Suzano, onde passou por aferição médica. Bem, ele foi levado, horas depois, pelo Conselho Tutelar para o Instituto Beneficente Viva a Vida, também em Suzano. Até o fechamento da matéria a Polícia ainda não tinha pistas da mãe e dos familiares da criança.

O DS foi ao local onde o bebê foi encontrado e conversou com Geraldo. Pai de duas jovens, de 17 e de 21 anos, ele confessou que quase não acreditou no que viu. "Estacionei o carro, dei uma olhada no salão, que estava lotado e fui entrar em casa. Olhei para o portão e vi a caixa. Não ouvi barulho algum, mas vi algo se mexendo. Como pensei que pudesse ser um cachorro ou um gato, fui me aproximando devagar, até que parte do rosto do bebê apareceu. Eu comecei a tremer de tal maneira, que não consegui pegar a criança". Após o susto inicial, Geraldo chamou a esposa, outras funcionárias e clientes do salão. "Elas também não acreditaram".

A manicure Eliana Oliveira, de 39 anos, que têm três filhos, de 12, 13 e de 19 anos, foi uma das que segurou a criança enquanto a Polícia Militar (PM) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) eram acionados. "Não teve como não se emocionar". Geraldo completou. "Todo mundo que viu começou a chorar, o pessoal do salão, minha esposa, vizinhos".

Questionado, o ferramenteiro contou ainda que ele e vizinhos suspeitam de que o condutor de um veículo prata, que passou várias vezes pelo local, conheça a mãe da criança ou tenha relação com o caso. "O pessoal não anotou a placa, mas toda hora passava esse carro por aqui".

Sobre a possibilidade de adotar a criança, Geraldo descartou, mas disse que a emoção aflorou o desejo. "Muita gente se propôs a adotar. Mas sabemos como é difícil, tem toda uma burocracia".

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