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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Poaenses aprovam ciclovia na Av. Jorge Allen

05 MAI 2015 - 08h00

 Os ciclistas e pedestres que passam pela Avenida Jorge Allen, em Poá, aprovam a implantação da ciclovia. O trecho, recém-inaugurado, começa em frente à estação de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e se estende até a divisa com Ferraz de Vasconcelos.

Apesar de ter gerado um pouco de confusão para os motoristas, que antes trafegavam pela via em busca de uma vaga para estacionar, a ciclovia tem agradado aos adeptos da bicicleta e dos comerciantes e moradores.

"Acho que atrapalhou um pouco para os motoristas, porque perderam espaço. Mas é um bem necessário que precisa ser melhor estudado na hora de implantar", afirmou o comerciante Geraldo Torres. Ele admitiu que uma obra desse tipo seja um incentivo à prática de andar de bicicleta. "É um convite, mas prefiro não arriscar nas pedaladas", completou.

Aos poucos a população tem utilizado a ciclovia como meio de locomoção para chegar ao trabalho. Foi o que contou o agente de segurança José Carlos Tinoco, que pedalava pelo trecho. "Ficou joia. Achei que foi bem pensado. No fim de semana muita gente vem para cá e aproveita o passeio".

Mesmo quem não tem tempo para andar de bicicleta aprova a ciclovia. "Acho positivo. Aqui eu não ando por falta de tempo, mas, se pudesse, iria trabalhar de bike", contou o representante comercial Cristian Lima.

Todos os dias, a técnica de enfermagem Daisy dos Reis tira pelo menos 30 minutos para pedalar pelo trecho. "Aprovo, com certeza. É um carro a menos no trânsito. De vez em quando vou para o trabalho de bicicleta", contou.

Morador de Ferraz de Vasconcelos, Carlos Alberto da Purificação, que está desempregado, contou que considera uma medida de segurança. "É bom porque evita acidentes no trânsito. Na semana passada quase fui atropelado em Ferraz. Os motoristas não respeitam os ciclistas", reclamou.



LOMBADAS E BLOQUEIO

A reportagem do DS percorreu parte do trecho da ciclovia entre a estação ferroviária e a passarela que fica de esquina com a Rua Butuíra. Até ali, os ciclistas podem utilizar o espaço demarcado tranquilamente, mas depois disso, por conta da obra do piscinão, é preciso cautela para trafegar, já que tubos funcionam como barreiras para que os veículos não ultrapassem. No trajeto, o DS contou três lombadas na ciclovia.

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