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Jornal Diário de Suzano - 20/04/2018
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Atendimento na saúde

14 JAN 2018 - 05h00
A saúde é serviço essencial e não pode esperar. A Constituição Federal de 1988 revolucionou a questão no setor, estendendo o direito a saúde a todas as pessoas, impondo ao Estado a obrigação de prestar a assistência integral à saúde. 
O artigo 196 diz que “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação”. 
O Sistema Único de Saúde, o famoso SUS, foi criado a partir da Constituição de 1988 quando concedido aos cidadãos brasileiros o direito à saúde. O SUS é um sistema público de saúde, que tem como preceito o acesso integral, universal, igualitário e gratuito para toda a população brasileira – que hoje é de mais de 200 milhões de habitantes.
Os cidadãos devem ter acesso integral a todos os serviços oferecidos pelo SUS, que vão desde exames básicos até cirurgias complexas, como as de transplantes de órgãos. Além do atendimento básico, com consultas, exames médicos e internações, o SUS também deve trabalhar de maneira preventiva, com vigilância sanitária, campanhas de vacinação, fiscalização de alimentos e registro de remédios.
Os atendimentos também devem ser realizados de forma a atender a todos. 
Na semana passada, o DS publicou reportagem mostrando que a média de atendimento em transporte médico de munícipes de Suzano teve um aumento de 131% em 2017 na comparação com o ano anterior. A constatação é da Diretoria de Transporte Sanitário, subordinada à Secretaria Municipal de Saúde. Enquanto 7.309 pessoas foram atendidas em 2016, um ano depois essa quantidade subiu para 16.928.
O levantamento levou em conta o número de atendimentos para pacientes imobilizados em leitos ou que fazem tratamento de fisioterapia, ortopedia, hemodiálise, quimioterapia ou radioterapia, bem como para seus acompanhantes. O transporte, para 48 hospitais e clínicas na capital paulista e na Região Metropolitana de São Paulo, é realizado pela administração municipal.
Nos dados comparativos, a média mensal de atendimentos de pacientes acamados saltou de 549 em 2016 para 1.646 em 2017. Outro ponto foi o número de pacientes que realizam hemodiálise, que aumentou de 5.889 para 11.720 em um ano, e de pessoas em tratamento contra câncer, que subiu de 506 para 2.276.
Para a Secretaria de Saúde de Suzano, o crescimento tem como principal causa o remanejamento das equipes de trabalho, que permitiram um serviço mais eficiente às demandas no setor, onde foram priorizados os atendimentos para quimioterapia e hemodiálise. É importante que os atendimentos sejam mantidos para garantir o direito à Saúde. 

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