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Jornal Diário de Suzano - 22/05/2020
DIARIO DE SUZANO SOLIDÁRIO

Editorial 24-03-2020

23 MAR 2020 - 23h59
A pandemia de coronavírus vai afetar diretamente a economia do mundo. 
No Brasil medidas são tomadas na tentativa de amenizar a situação. 
Reportagem, publicada ontem no portal da Agência Brasil, mostrou que em meio à pandemia de covid-19, pela sexta semana seguida as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de crescimento da economia do país em 2020. 
De acordo com o boletim Focus, a previsão de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no País – para este ano caiu de 1,68% para 1,48%.
De acordo com a reportagem, o boletim semanal do BC traz as projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos nos próximos anos. As previsões do mercado para o PIB de 2021, 2022 e 2023 continuam em 2,50%.
Já a cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,50. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana continue no patamar alto e encerre o ano em R$ 4,29.
As instituições financeiras consultadas pelo BC também reduziram a previsão de inflação de 2020. 
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial do País – caiu de 3,10% para 3,04%.
Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,65% para 3,60%. A previsão para os anos seguintes, 2022 e 2023, não teve alterações e permanece em 3,50%.
Há, sem dúvida, uma grande preocupação com a economia, com a possibilidade de aumento nos preços. 
A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic seja mantida nesse patamar até o fim de 2020.
A manutenção da Selic, como preveem as instituições financeiras, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para atingir a meta de inflação.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. 
Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 5,25% ao ano. Para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os períodos em 6% ao ano e 6,25 ao ano, respectivamente.
É importante que as medidas sejam tomadas para amenizar a situação da economia e os eventuais riscos de queda acentuada em todo o mundo.

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