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Jornal Diário de Suzano - 06/07/2020

Perdas de empregos formais

29 MAI 2020 - 23h59
A pandemia de Covid-19 no mundo traz reflexos negativos para a economia. E, no Brasil, a situação não é diferente.
Os dados sobre fechamento de empregos formais são preocupantes. 
No Alto Tietê, conforme reportagem do DS, esta semana, os dados também não são animadores.
A perda de empregos é grande. O Alto Tietê fechou 7.606 postos de trabalho com carteira assinada em abril.
O levantamento é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 
Em abril de 2019, a região teve saldo positivo de 954 postos de empregos. 
O saldo é medido pelo número de contratações subtraído pelo número de demissões. No mês passado, o Caged registrou na região 3.778 contratações e 11.384 demissões.
O desafio de gerar novos postos de trabalho já era grande antes mesmo da pandemia, agora, ficou praticamente inviável, enquanto não se consegue o controlar a doença no Brasil.
Só para se ter uma ideia, em abril do ano passado foram 9.407 contratações, contra 8.453 demissões.
Esse é o primeiro levantamento divulgado pelo Caged desde o início da quarentena, que iniciou-se em março.
Individualizando por cidades da região, em primeiro lugar entre as cidades aparece Mogi das Cruzes, com 2.727 postos de trabalho fechados. A cidade registrou 1.429 admissões, contra 4.196 demissões. 
No mesmo mês de 2019 a cidade também registrou saldo negativo de 154 vagas. Foram 3.074 contratações e 3.228 demissões.
Na sequência aparece Itaquá, com 1.530 postos de trabalho fechados em abril de 2020. Dados do Caged apontam 527 contratações e 2.057 demissões.
Em abril de 2019 a cidade teve saldo positivo de 217 postos. Foram 1.424 contratações e 1.207 demissões.
Suzano aparece em terceiro na região com 1.410 postos fechados. Dados registram 826 contratações, contra 2.236 demissões. 
Portanto, as cidades da região vivem um grande desafio. Não somente de gerar empregos, mas também de manter empregados em seus postos de trabalhos aqueles que enfrentam a crise econômica provocada pela pandemia.
Espera-se no entanto que a retomada, apesar de ser lenta, possa garantir uma mínima recuperação com novas admissões.
Há muitas empresas que, por conta da crise, decidiram reduzir os salários dos trabalhadores para mantê-los nos empregos. 
Há cortes, como mostraram os dados do Caged. Mas, a expectativa é de que a recuperação possa vir no futuro.

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