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Jornal Diário de Suzano - 13/12/2018
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Postos de trabalho

15 AGO 2015 - 08h00

A crise econômica no País preocupa os setores produtivos, principalmente, porque à medida em que postos de trabalho são desativados, o desemprego tende a aumentar.

A situação no Alto Tietê preocupa. O DS trouxe na edição de ontem reportagem mostrando que as indústrias demitiram cerca de 2,6 mil funcionários neste ano até julho, mês que apresentou resultado negativo, cuja variação ficou em -1,26%, ou seja, queda de aproximadamente 850 postos de trabalho. É o sexto mês consecutivo de queda e o pior de 2015. As informações são da Diretoria Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). Fazem parte destas estatísticas os municípios de Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano.

A saída para tentar amenizar a crise vem sendo estudada pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT). O governo federal reconhece as dificuldades e sabe que precisa agir rápido. É evidente que a maioria dos programas sociais deram certo, mas é preciso também que a indústria e perspectiva de novos investimentos sejam retomadas.

Só para se ter uma ideia, com o resultado de julho, o acumulado no ano é de -3,66%, representando uma queda de aproximadamente 2,6 mil postos de trabalho. Se forem levados em conta os últimos 12 meses, o acumulado é de -3,85%, o que corresponde ao fechamento de cerca de 2.750 vagas de emprego.

É preciso, mais do que nunca, buscar alternativas. O fechamento de postos formais é agravante ainda maior para a instabilidade econômica. Atualmente, o período de maior contratação ocorre entre maio e setembro porque as empresas começam a preparar a produção para as festas de fim de ano. O ritmo de prestação de serviços e de vendas do comércio também aumenta, após os consumidores pagarem os tributos, concentrados nos quatro primeiros meses do ano. Entretanto o ritmo de admissões não aumentou e assalariados com carteira assinada foram dispensados.

O ambiente de recessão, que corrói a renda dos trabalhadores, e com a expectativa de alta de juros, que torna mais caro o custo do dinheiro, os empresários não querem investir e fazer contratações.

Mas, é importante aguardar as alternativas do governo, na tentativa de amenizar esse grande problema enfrentado pelo País.

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