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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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Rio Guaió

06 ABR 2016 - 08h00

O Rio Guaió nasce no município paulista de Mauá, ao lado da nascente do Rio Tamanduateí, no Parque Ecológico Santa Luzia. É de extrema importância para a Grande São Paulo.

Com aproximadamente 20 km de extensão, o Guaió desloca-se, a jusante, rumo nordeste, tendo, do seu lado esquerdo, os municípios de Ferraz de Vasconcelos e de Poá, e, à direita, Ribeirão Pires e de Suzano.

A sua foz se dá no Rio Tietê, na divisa com Itaquaquecetuba, a cerca de 30 km a montante do local onde deságua o Rio Tamanduateí.

Já bem próximo de sua desembocadura, o Guaió passa por baixo dos trilhos da Linha 11, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e da Rodovia Henrique Eroles (SP-66).

Em Suzano, é um rio de fundamental importância para preservação de mananciais.

Ontem, técnicos do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (NUTAU/USP) apresentaram o resultado do estudo sobre a bacia do Rio Guaió, que abrange cinco municípios.

Há uma disposição das prefeituras de Mauá, Ribeirão Pires, Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Poá em viabilizar a aprovação de uma lei específica para a Bacia do Rio Guaió. É preciso, nesse momento, trabalhar em conjunto para elaborar a minuta de projeto de lei especificamente voltado à Bacia do Rio Guaió.

Hoje, já não se sabe se é rio, córrego ou filete de água. Entre os 70 corpos d’água assoreados da Região Metropolitana de São Paulo, o Rio Guaió, que se estende por 20 quilômetros a partir de Mauá e deságua no Tietê em Ferraz de Vasconcelos, é caso emblemático. Dos 10 metros que tinha de largura, hoje não sobram nem dois.

A profundidade, que antigamente variava entre 1,5 e 2 metros, já não ultrapassa os 30 centímetros nos piores pontos. O resultado são enchentes mesmo em ruas distantes do leito do rio. Por causa do assoreamento, segundo diagnóstico do Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, há hoje 34 pontos de inundação ao longo do Guaió - um a cada 600 metros, em regiões urbanizadas das cidades de Poá, Suzano e Ferraz. Nesse sentido, o que se pensa urgentemente é com a preservação e a manutenção de uma “vida mais saudável” ao rio.

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