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Saúde em foco

11 AGO 2018 - 23h59
Saúde é uma das principais preocupações do brasileiro e também um dos maiores desafios dos governantes. Em um levantamento do Ministério da Saúde para atestar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS), a média nacional ficou em 5,5, em uma escala de 0 a 10.
O sistema de saúde pública que tem a pretensão de atender a todos os brasileiros, sem distinção, apresenta falhas em seus principais programas. Um exemplo é o Saúde da Família, que tem o objetivo de atuar na prevenção de doenças, alterando um modelo de saúde centrado nos hospitais.
Em 20 anos, no entanto, nenhum estado alcançou cobertura completa. Apenas dois ultrapassaram os 90% de cobertura: Piauí e Paraíba. Na outra ponta, sete estados têm atendimento abaixo da metade: Amazonas, Rio de Janeiro, Paraná, Roraima, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal, com 20%.
A consequência dessa e de outras falhas são hospitais lotados. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que 64% dos hospitais estão sempre com superlotação. Apenas 6% nunca estão cheios.
Outro problema nacional é a mão de obra. Não só faltam médicos no interior, mas também estrutura para o atendimento e oportunidades para a capacitação dos profissionais. A formação dos médicos também é questionada.
Mas, apesar de todas as dificuldades, ações de municípios garantem um importante trabalho no setor.
Na semana passada, o DS publicou reportagem mostrando que foram realizadas quinze cirurgias de hérnia em pacientes suzanenses que estavam na fila de espera pelo procedimento. 
As intervenções médicas ocorrem em três locais: Pronto Atendimento do distrito Palmeiras, Ambulatório de Especialidades Dr. Joracy Cruz e Santa Casa de Misericórdia de Suzano. Essas ações fazem parte do curso de capacitação de médicos, enfermeiros e técnicos que atuam na cidade sobre a técnica "Lichteinstein Parede Abdominal".
Um trabalho excepcional que garante o fim da espera pela cirurgia. 
De acordo com a reportagem, uma equipe de profissionais da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da ONG Hérnia Help e da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) está em Suzano ministrando o curso, que traz um novo método para a cirurgia de correção de hérnia inguinal, que afeta a região do abdômen. Essa técnica ajuda a reduzir o tempo de recuperação dos pacientes.
Os dados apresentados apontam que a hérnia é a terceira causa de licenças médicas e afastamento do trabalho. A ação, em Suzano, é, sem dúvida, um grande avanço no setor de saúde pública.

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