Uma mulher, de 22 anos, foi presa neste domingo (12), suspeita de disseminar conteúdo de ódio e incentivar a prática de violência por meio de redes sociais e plataformas digitais. As investigações apontam uma possível ligação entre ela e o jovem, de 18 anos ,que invadiu a Escola Municipal Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, em Suzano.
A prisão aconteceu no estado do Maranhão, com apoio da Polícia Civil local. A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Mogi das Cruzes e o caso passou a ser apurado após o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), da Secretaria da Segurança Pública de
São Paulo, identificar interações entre a suspeita e o jovem.
Segundo as apurações, os dois trocavam mensagens antes da invasão à escola. Há ainda indícios de que um possível ataque estaria sendo planejado em São Luís, no Maranhão.
A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação “Reação Imediata” em São Luís, na tarde da última sexta-feira (10), para cumprir um mandado de busca e apreensão na residência da suspeita. Durante a ação, foram apreendidos um facão e o celular da investigada.
A mulher também é suspeita de divulgar mensagens extremistas nas redes sociais, com indícios de planejamento de atos violentos, tanto contra si mesma quanto contra crianças, adolescentes e mulheres.
A investigação segue para esclarecer todos os detalhes do caso e apurar a possível participação de outras pessoas.




Foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência da suspeita e, durante a ação, foram apreendidos um facão e o celular da investigada - (Foto: Divulgação / Polícia Federal)




