O Alto Tietê registrou o menor índice de latrocínios nos primeiros sete meses do ano desde 2020. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e comparam os meses de janeiro a julho dos anos analisados.
Em 2026, Alto Tietê registrou apenas uma ocorrência de latrocínio, roubo seguido de morte. O caso ocorreu no primeiro mês do ano, em Itaquaquecetuba.
Já nos primeiros sete meses de 2025, foram contabilizadas seis ocorrências. Do total, foram três em Itaquaquecetuba, uma em Suzano, uma em Poá e outra em Arujá.
Considerando a série histórica entre 2020 e 2026, foram 32 casos no total e o ano com maior número de latrocínios no Alto Tietê foi 2021. No período, foram registradas oito ocorrências.
Itaquaquecetuba é o município do Alto Tietê com o maior número de latrocínios registrados. Ao todo, foram 13 ocorrências entre 2020 e 2026.
Mogi das Cruzes e Poá aparecem empatados na segunda posição do ranking regional, com seis casos cada.
Em Mogi das Cruzes, houve três latrocínios em 2021, um em 2023 e dois em 2024. Já Poá contabilizou um caso em cada ano entre 2020 e 2022, além de dois registros em 2024 e mais um em 2025.
Suzano vem na sequência, com cinco ocorrências no período. O município registrou um caso em cinco dos últimos sete anos, ficando sem registros apenas em 2021 e 2026.
Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Salesópolis e Santa Isabel foram as únicas cidades que não registraram ocorrências de latrocínio entre janeiro e julho dos sete anos analisados.


Latrocínios são roubos seguidos de morte - (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)




