O Sistema Produtor do Alto Tietê (Spat) opera, nesta quinta-feira (11), com 49,6% da sua capacidade total. Os dados são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e apontam queda de 2,2% em relação ao mês de maio, quando o sistema registrava 51,8%.
De acordo com levantamento, apesar das chuvas recentes, o mês de junho acumulou apenas 10,2 milímetros de chuva até o momento. Sendo esse o equivalente a 20,3% do volume esperado para o período. A média histórica para o mês é de 50,1 milímetros.
No sistema são tratados cerca de 15 mil litros de água por segundo para atender 4,5 milhões de pessoas da região. A distribuição acontece na Zona Leste da capital e nos municípios de Arujá, Itaquaquecetuba, Poá, Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Mauá, Mogi das Cruzes, parte de Santo André e dois bairros de Guarulhos (Pimentas e Bonsucesso).
Represas
A represa Biritiba, situada em Biritiba-Mirim, tem o menor volume útil da região, com 26,4%. O índice representa queda de 12,1% em comparação a maio, quando o reservatório marcava 36,5%.
Na divisa entre Biritiba Mirim e Salesópolis, a represa Ponte Nova opera com 43% do volume útil, redução de 1,6% em relação aos 44,6% registrados no mês passado.
Já a represa Paraitinga, em Salesópolis, está com 60,1% da capacidade. O índice é 1,6% superior ao observado em maio, quando o reservatório marcava 58,5%.
A represa Jundiaí aparece com o segundo maior volume da região, operando com 64,9% da capacidade total. O número representa queda de 1,8% em relação a maio.
Com o maior volume armazenado do sistema, a represa Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes, opera com 66,7% da capacidade. Em maio, o índice era de 69,7%, o que representa um recuo de 3% no período.




Sistema Produtor do Alto Tietê opera com 49,6% da capacidade - (Foto: Regiane Bento/Arquivo DS)




