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Jornal Diário de Suzano - 21/10/2017
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Fábrica

Leilão da Cerâmica Gyotoku arremata 350 peças a preço de R$ 1 milhão

Empreendimento de porteira fechada, ou seja, o parque fabril, não foi arrematado no leilão

Por Marília Campos - De Suzano21 SET 2017 - 09h20
Sede do empreendimento foi avaliada em aproximadamente R$ 61 milhões, mas não foi arrematadaFoto: Arquivo/DS
O leilão judicial da empresa Cerâmica Gyotoku resultou na venda de 350 partes desmembradas que juntas arrecadaram R$ 1 milhão. Contudo, o empreendimento de porteira fechada, ou seja, o parque fabril, não foi arrematado. As informações são da Misasi Relações Públicas, prestadora de serviços à unidade.
 
A empresa operava na cidade de Suzano antes de entrar em falência e o leilão, conduzido pela 4ª Vara Civil de Suzano, visava o pagamento de credores e ex-funcionários. Os lances aconteceram pela plataforma de leilão online Superbid.
 
Os valores iniciais dos lotes variaram entre R$ 4 e R$ 47 milhões. A sede do empreendimento foi avaliada em aproximadamente R$ 61 milhões, com lance inicial estimado a R$ 36 milhões. Entre as peças vendidas estão os produtos e bens móveis disponibilizados a leilão, como máquinas, caminhões, veículos, porcelanatos e outros. Esses, com valor mínimo de 60% do preço avaliado. Apesar da possibilidade de compra do imóvel com todos os itens englobados, com 40% de desconto, o parque fabril não foi arrematado. 
 
De acordo com a Misasi Relações Públicas, a Superbid não tem autorização para informar quais empresas adquiriram os produtos. Ao todo, 31 entidades, entre pessoas físicas e jurídicas participaram da compra. Até o momento não há dados sobre a possibilidade de um segundo leilão ser realizado. 

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