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Sincomércio: ‘Fase vermelha é um fôlego para quem respirava por aparelhos’

Entidade acredita que a medida ainda é insuficiente para uma possível retomada econômica

Por Matheus Cruz - de Suzano12 ABR 2021 - 21h17
Comércio se mantém na fase agora na fase vermelhaFoto: Regiane Bento/DS
O Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes e Região (Sincomércio) avalia como positiva o retorno à Fase Vermelha do Plano São Paulo nas cidades da região. Apesar disso, o presidente da entidade, Valterli Martinez, acredita que a medida ainda é insuficiente para uma possível retomada econômica visando conter os prejuízos que o setor comercial tem desde o início da pandemia. 
 
Em referência aos sintomas sentidos por pessoas diagnosticadas pela Covid-19, o presidente da entidade explicou que a classe ganha um fôlego a mais para respirar, mas a situação segue crítica. 
 
“Ganhamos um fôlego a mais. É como se estivéssemos respirando por aparelhos, mas agora temos esse fôlego. Claro que é uma medida importante, mas ainda é insuficiente”, disse. 
 
O sindicato atua desde o início da pandemia na tentativa de evitar o fechamento dos comércios. Com a chamada segunda onda e o agravamento da pandemia, mais restrições foram necessárias. Mogi das Cruzes – onde a entidade é sediada - foi a primeira cidade da região a adotar a “fase emergencial”, quando nem os atendimentos drive-thru estavam autorizados. 
 
De acordo com Valterli Martinez, a “fase emergencial” ajudou muito pouco perto dos prejuízos que foram causados. 
 
“Acho que se as medidas fossem trabalhadas com um pouco mais de coerência, daria o mesmo resultado, sem tantas demissões e falências. Já provamos que o problema não é manter os comércios abertos, porque todas as medidas são respeitadas”, explicou.
 
Na tentativa de criar uma articulação positiva com a administração pública de Mogi e região, onze entidades que apoiam a retomada econômica consciente lançaram, na última semana, o Comitê Integrador e Participativo de Enfrentamento às Consequências do Covid-19 (CIPEC). 
 
O objetivo do grupo é apoiar e atuar em conjunto com a Prefeitura de Mogi das Cruzes para buscar soluções para os impactos gerados pela pandemia. Com o grupo formado e elaborando alternativas para as prefeituras, a expectativa é pela reabertura dos comércios de forma presencial nas próximas semanas. 
 
“Precisamos de mais atuações das prefeituras, do governo estadual e também federal. Esperamos que nas próximas semanas tenhamos uma reabertura presencial por pelo menos quatro horas. O ideal seria a abertura por oito horas, que é uma forma de dividir melhor os consumidores e não aglomerar. Mas vamos continuar tentando”, completou Valterli Martinez.

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