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Expectativa da vacina

27 SET 2020 - 05h00
Produzida pela empresa chinesa Sinovac, a vacina CoronaVac será produzida em conjunto no Brasil pelo Instituto Butantan e no momento está sendo testada em voluntários na China.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, na semana passada, que a vacina passou com sucesso nos estudos clínicos de segurança — ou seja, a vacina já pode ser considerada segura. Dos mais de 50 mil voluntários, 94,7% não tiveram nenhuma reação adversa, mostram os estudos.
Os resultados dos estudos clínicos realizados na China mostraram um baixo índice de efeitos adversos e de baixa gravidade.
A maioria destes casos (de reações adversas) foi apenas no local da aplicação da vacina.
Na semana passada, o DS trouxe reportagem mostrando que a coordenação da Câmara Técnica de Saúde do Consórcio de Desenvolvimento de Municípios do Alto Tietê (Condemat) voltou a afirmar que tem expectativas positivas de que a vacina contra o coronavírus possa começar a ser utilizada ainda neste ano na região.
A informação é importante. Os estudos indicam que a imunização será uma arma eficaz no combate e prevenção ao coronavírus, a exemplo do que acontece com outros tipos de síndromes respiratórias, afirmou o consórcio.
Não há dúvida que o mundo está diante de uma doença nova, extremamente grave e que mobiliza profissionais de todo o mundo no seu combate. A vacina será sim um meio eficaz de combater o coronavírus, aliada a outros cuidados preventivos. 
E até que todos os testes sejam concluídos e a imunização seja disponibilizada, é fundamental que todos mantenham as medidas de isolamento social, uso de máscaras, etiqueta respiratória, entre outros meios de prevenção.
Conforme o DS publicou, em julho, a Câmara Técnica de Saúde já tinha feito a previsão.
Na ocasião, a expectativa era de que o Instituto Butantan tinha condições de conduzir a parceria com farmacêutica chinesa Sinovac Biotech para que a população tenha acesso o quanto antes a vacina contra o coronavírus.
Na China, a CoronaVac já obteve autorização para vacinação emergencial enquanto são feitos os estudos. Além disso, a empresa Sinovac está testando o produto em outros 10 países.
No Brasil, 12 centros de pesquisa em cinco estados e no Distrito Federal também testam a Coronavac em estudos que contam com 9 mil voluntários — mais de 5 mil deles já receberam a vacina, mas os resultados dos estudos ainda não saíram.
Os testes de segurança na China mostraram que apenas 5,36% das pessoas tiveram reações adversas - e com pouca gravidade. 

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