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Jornal Diário de Suzano - 12/12/2019

Indústria busca dias melhores

02 AGO 2019 - 23h59
A crise econômica que afeta o País ainda tem grandes reflexos nos investimentos da indústria. Há uma grande expectativa pela melhoria nos indicadores econômicos, na recuperação de contratações de mais empregos com carteira assinada e abertura de postos de trabalho. 
É tudo isso que o trabalhar quer. A indústria, por outro lado,vive um momento de compasso de espera. Espera pela aprovação da Reforma da Previdência e garantia de que seus investimentos vão trazer retornos importantes.
É o círculo da economia. Ela pode ser aquecida, desde que todos os setores façam sua parte.
Nesta semana, informação publicada na Agência Brasil dá conta de que no primeiro semestre deste ano, ocorreu registra da estagnação na indústria brasileira, de acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). 
A pesquisa confirma o fraco desempenho da atividade industrial no País.
O faturamento do setor teve queda de 1% na comparação com o mesmo semestre de 2018, as horas trabalhadas na produção ficaram estáveis, o emprego teve leve queda de 0,1%, a massa real de salários recuou 1,9% e o rendimento médio real do trabalhador diminuiu 1,8% na comparação com o primeiro semestre de 2018. A utilização média da capacidade instalada no primeiro semestre é 0,1 ponto percentual inferior ao mesmo período de 2018, conforme a CNI.
É preciso mudar para um crescimento maior nos investimentos para que as indústrias cresçam e, com esse crescimento, ocorra uma alavancada em contratações dentro da economia.
Os dados de junho mostram também que de todos os indicadores industriais, apenas o faturamento registrou um índice positivo, os demais índices recuaram. De acordo com a CNI, depois da queda de 2,2% registrada em maio, o faturamento da indústria aumentou 0,3% em junho frente a maio na série livre de influências sazonais. A utilização da capacidade instalada caiu 0,7% frente e maio.
Já a massa real de salários diminuiu 0,7%, mesmo recuo apresentado pelo indicador de rendimento médio dos trabalhadores, que também recuou 0,7% em junho na relação com maio, na série dessazonalizada. Com a queda de junho, a massa real de salários reverteu o crescimento verificado nos dois meses anteriores e é 0,8% menor do que a de junho do ano passado.
As horas trabalhadas na produção tiveram uma leve queda de 0,1% em junho frente a maio na série dessazonalizada. O levantamento mostra ainda que o emprego ficou estável em junho. O governo federal tem uma missão difícil, árdua e muito desafiadora pela frente.

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